Google Wave começa a receber nesta quarta seus primeiros 100 mil usuários

O Google começou a enviar por email nesta quarta-feira os primeiros 100 mil convites para usuários que se propuseram a testar seu novo serviço de comunicação, o Google Wave. De início, participarão do teste desenvolvedores, internautas que se inscreveram e se ofereceram para comentar os defeitos e qualidades do produto e alguns usuários selecionados do Google Apps.

O Wave é considerado uma das mais promissoras inovações do Google, que tenta ampliar sua presença entre os clientes empresariais. Anunciado em maio, ele pretende combinar mensagens instantâneas, email, armazenagem de documentos e recursos de rede social em um pacote integrado.

Esse ainda não é um lançamento público, mas cada um dos 100 mil beta-testers receberá oito convites para chamar amigos para o serviço, uma vez que a base do Wave é a interação. A mesma estratégia foi usada no início com o Orkut, outro serviço que não faz sentido se você estiver lá sozinho.

 

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Em dois posts no blog oficial do Google, a empresa também informou que estava estudando planos para uma “loja de extensões monetizáveis do Wave,” que permitiria a criadores de software vender programas que amplifiquem a capacidade do serviço. O Wave foi desenvolvido por uma pequena equipe, liderada pelos irmãos Jens e Lars Rasmussen, na Austrália.

“Alguns de vocês queriam saber o que pretendíamos dizer com ‘prévia’. Isso significa que o Google Wave ainda não está pronto para o horário nobre. Pelo menos por enquanto,” escreveu Lars Rasmussen num post desta terça-feira. Ele revelou que o Wave experimenta ocasionais quedas, paralisações e lentidão.

No novo produto, uma “wave” (onda) inclui lado a lado partes de conversas e documentos, permitindo que as pessoas se comuniquem enquanto trocam arquivos como textos, fotos, vídeos, mapas, etc. Tudo no mesmo ambiente e em tempo real.

E como isso funciona? O primeiro passo é criar uma “Wave” e convidar pessoas para participarem dela. Todos que estão na mesma “onda” podem incluir textos, fotos, wikis, links, etc. Cada item da “onda” pode ser comentado ou editado e as modificações são vistas por todos em tempo real. Segundo o Google, a latência é medida em poucos milissegundos. E se você perde alguma parte da conversa, é possível reprisar todo o processo, para entender como ele evoluiu.

O Google Wave funciona em quase todos os browsers, mas não no Internet Explorer. Usuários do navegador da Microsoft precisarão buscar alternativas como o Firefox ou baixar o plug-in “Chrome Frame”, que simula o ambiente do Google Chrome no IE. A Microsoft, no entanto, não recomenda a instalação do plug-in, alegando que ele compromete a segurança do browser.

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Filmografia de Tim Burton inspira editorial de moda da “Harper’s Bazaar”

Quem diria que o rejeitado Edward Mãos de Tesoura seria, algum dia, sinônimo de tendência de moda? Parece que vivemos mesmo em uma época em que o preto, o pálido e o roxo hematoma dominam o universo cultural. Do boom vampiresco em séries de TV, filmes e livros até a aguardada estreia da versão sombria de “Alice no País das Maravilhas”, dirigida por Tim Burton (e prevista para estrear somente em 2010), o mundo dá sinais de que a vibe gótica em que entrou não tem data para acabar.

Mais um reflexo disso está nas páginas da edição de outubro da “Harper’s Bazaar”, uma das mais conceituadas revistas fashion da atualidade. A publicação mergulha como nunca no estilo dark de filmes como “Noiva-Cadáver”, “Edward Mãos de Tesoura” e “O Estranho Mundo de Jack” para propor uma moda baseada em tons escuros combinados com vermelho sangue. O próprio diretor topou participar da historinha narrada no editorial “Tim Burton´s Tricks & Treats” e se vestiu de palhaço (daqueles bem assustadores) em uma das fotos.

VEM AÍ

A sessão de fotos da revista antecipa o excelente momento que está por vir na carreira de Burton. A partir do dia 22 de novembro, o cineasta ganha exposição em sua homenagem no MoMa, em Nova York. Trata-se de uma retrospectiva de seus trabalhos como artista, o que inclui não só a produção cinematográfica, como também o que já fez como ilustrador, escritor ficcional, produtor e fotógrafo.

A ideia é traçar um olhar sobre o ponto de vista peculiar que Burton tem do mundo: o cinismo com que trata as convenções sociais, a inadequação de seus personagens por serem sempre diferentes do todo e seu humor negro caracterísitco ao lidar com situações que envolvem a morte. Para entender melhor sua estética, a exposição deve trazer storyboards, desenhos, maquetes e até bonecos feitos por ele e sua equipe por ocasião das filmagens de diversos de seus sucessos no cinema. Vai até abril de 2010 e acompanha o lançamento de sua “Alice”.

Moda

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O Pós-Moderno…

Hoje estava eu tranquilo e contente em uma aula de Teoria da Comunicação II, ministrada pelo professor Cilon, quando ele começou a apresentar o conteúdo e as coisas borbulharem na minha cabeça.

Explicação vai, explicação vem, e eu comecei a pegar “questões” que ficaram subjetivas no diálogo dele, e é à elas que dedico este post:

1) Estamos vivendo uma real pós-modernidade ou apenas em uma modernidade saturada?

2) Como (e se) a globalização influência a sociedade vigente?

3) Já tem chips de inteligencia artificial para humanos!? (risos)

Estas e outras questões eu “pesquei” em sala de aula, no entanto as outras fogem um poco desde contexto e preferi não publicar.

Antes de começar os comentários vale lembrar o que seria a pós-modernidade e a modernidade segundo a wikipédia.

Pós-modernidade é a condição sócio-cultural e estética do capitalismo contemporâneo, também denominado pós-industrial ou financeiro… Segundo um dos pioneiros no emprego do termo, o francês François Lyotard, a “condição pós-moderna” caracteriza-se pelo fim das metanarrativas. Os grandes esquemas explicativos teriam caído em descrédito e não haveria mais “garantias”, posto que mesmo a “ciência” já não poderia ser considerada como a fonte da verdade.

A modernidade costuma ser entendida como um ideário ou visão de mundo que está relacionada ao projeto de mundo moderno, empreendido em diversos momentos ao longo da Idade Moderna e consolidado com a Revolução Industrial. Está normalmente relacionada com o desenvolvimento do Capitalismo… A primeira tentativa de caracterização da modernidade pode descrevê-la como um estilo, um costume de vida ou organização social, surgido na Europa a partir do século XVII e que devido a sua influência veio a se tornar mundial.

Com os conceitos em mão da primeira questão vamos raciocinar. Estamos vivendo em uma sociedade onde a coisa chegou a loucura, ao estado de caos e tudo está fora de ordem ou isso seria apenas uma sociedade moderno-saturada?

Sinceramente o que me parece é que estamos em um outro mundo, onde as coisas saíram de controle fazendo assim constituir-se um estado pós-moderno onde as pessoas e os sentimentos tornaram-se líquidos, descartáveis, substituíveis.

Vemos todos os dias pessoas matando outras pessoas, “pais” jogando seus filhos da janela, o tráfico tomando conta, e os nossos líderes que deviam de fato estar liderando ou ao menos tentando controlar tudo isso, enchem seus bolsos de dinheiro público e as coisas ficam por isso mesmo, ninguém viu, ninguém vê.

A tudo isso soma-se a desestruturação famíliar, os pais empenham-se mais em trabalhar loucamente para ter uma vida melhor, e esquecem-se dos prazeres em família; conversas não existem mais, sobra espaço pros atritos e anseios, e creio que isto se dá de forma geral, por todos os membros da familía.

Vejo também, que cada vez a huminidade está caminhando sem saber onde chegar, as coisas estão mudando muito, mas muito rapidamente,  e ai entra a influência midiática e social, e o que fazer? Como fazer? Quando fazer? e principalmente POR QUÊ fazer?

Será que toda esta loucura gerada por este sistema pós-moderno tem de fato valido a pena? Estamos FELIZES com toda essa loucura e correria? Fica em aberto e passemos para a próxima questão.

Antes de expor minha opinião sobre esta resposta farei outras perguntas: Quantos de vocês usam boné? Quantos ouvem rock? Quantos usam girias do tipo “brother”, “cool” etc.? Acho que em partes esta pergunta está respondida, é claro pra mim a influência que a globalização faz sobre a sociedade. Enquanto escrevo este post ouço Fisherspooner, de onde é essa banda??? Do “BraZil”????

Mas até que ponto esta influência global nos afeta diretamente, estamos perdendo nossa cultura? Nossos costumes, ou estamos criando uma nova forma de ser e viver? Bom se os grandes filósofos e estudiosos não conseguem responder isso, não será eu, mero estudante que resolverei as questões mundiais, mesmo achando que em partes estamos perdendo um pouco da nossa identidade como brasileiros, mas isso é um pouco relativo.

O último assunto citado pelo prefessor em aula que me fez pensar foi quando ele disse que “já existem pessoas com chips no cérebro e que não precisam estudar pra adquirir conhecimento”. Bom acho que ele se excedeu um pouco neste comentário, mesmo existindo os extropianos, que são pessoas que querem conseguir transferir insformações do cerebro para um chip, não creio que isso já seja possível, e se é, deve ser um invento militar altamente sigiloso, que não cairia em domínio público assim.

No entanto isso me fez pensar de fato no que seriamos se isso acontece de verdade, ainda seriamos humanos? Pós-humanos? ou outra coisa qualquer?

Bom deste post ficaram mais indagações do que propriamente respostas, mas, ainda ta em aberto o assunto, e como arrecem estou obtendo conhecimento teorico pra tais temas, não poderia sair mais que indagações mesmo.

Volta as aulas…

Já estava esquecendo o que era postar neste blog, mas, nunca é tarde pra coisas que tenham algum fundamento (ou ao menos tentam ter).

Estou eu aqui no meu projeto de extensão, ouvindo música e tentando bolar layout de um evento que estou ajudando na organização e realização, e minha cabeça ta borbulhando de idéias e coisas para no novo semestre.

Os planos são grandes, organizar meus horários para que a academia (sim, estou fazendo academia =P) não fique no esquecimento, dar mais atenção as minhas pesquisas, já que lutei tanto por elas e agora que me encaixei em um grupo não estou dando a devida atenção, tentar me centrar mais nas aulas, apesar de que cada vez mais vejo que não estou no curso que deveria estar, mas agora acho que é tarde pra mudar e preciso ser paciente também, já que sou muito de me “enjoar” das coisas e isso acaba me atrapalhando e principalmente, me nortear mais. Nunca tinha acontecido isso comigo durante minha adolescência, tipo de não saber o que quero ser quando “crescer” e por incrível que pareça está acontecendo logo agora que estou na faculdade. Óbvio que tem toda aquela pressão familiar de ser alguém na vida, não depender da familia, ter a própria casa, carro, e essas coisas consumistas,  que com certeza assusta qualquer universitário também, mas cada vez mais vejo que boa parte dos problemas está comigo e não com as circunstâncias, mesmo as vezes eu preferindo me redimir da culpa, sei que depende de mim mudar as coisas, e achar uma coisa na “minha área” que realmente me atraia de verdade. Outra coisa que preciso dar um pouco mais de atenção é este projeto de extensão, que de uma forma ou outra tem me aberto boas portas. Espero até o fim do semestre também acabar um dos meus projetos, uma nave espacial que pode chegar a 3 vezes a velocidade da luz sem destroçar-se ou destroçar a tripulação. =P

Espero também que consiga chegar ao fim deste 4º semestre do curso de Jornalismo com o mesmo ânimo que estou hoje e que, não aconteça como em alguns semestres que simplesmente deixo algumas m**das me desmotivar.

Acho que a palavra chave pra eu alcalçar meus objetivos neste semestre é justamente MOTIVAÇÃO e ESFORÇO, já que to com TODAS as oportunidades na mão e as que não estou ainda, de uma forma ou de outra acabam chegando até mim, bom era isso, espero que este blog não vire espaço apenas de pseudo-lamentações e que pela terceira vez eu consiga revivê-lo.

A Terra tem mais de um Pólo Norte

Existem pelo menos sete definições diferentes para esse ponto da Terra
por Anne Casselman

É provável que você imagine o Pólo Norte apenas como o topo do mundo – o ponto mais ao norte e, caso ainda seja criança, a casa do Papai-Noel. Mas acontece que há uma série de “pólos norte (e sul)” na Terra.

Primeiro, há uma cidade no Alasca que se chama “North Pole”, e que não fica nada próxima dos outros pólos norte (mas é coberta de neve e recebe muitas cartas endereçadas ao Papai-Noel). Depois, há o pólo norte geográfico, também conhecido como o “norte verdadeiro”. É o ponto no Oceano Ártico em que as linhas de longitude convergem nas águas cobertas de gelo que inúmeros exploradores buscaram alcançar para fincar sua bandeira nacional, começando em 1827 com contra-almirante britânico Sir Willian Edward Parry.

Relacionado de certa forma com o pólo norte geográfico está o consideravelmente menos famoso pólo norte atual, onde o eixo rotacional da Terra encontra sua na superfície, assim como também o pólo norte celestial, onde o eixo é projetado na esfera celeste (em uma extensão imaginária). O pólo norte atual não é fixo. Na verdade, ele se move em um círculo irregular provocado pela “oscilação de Chandler” – batizada em homenagem ao astrônomo Seth Carlo Chandler, que descobriu em 1891 que nosso planeta oscila enquanto gira. Sua descoberta deu origem ao “pólo norte do equilíbrio”, que se encontra no centro desse círculo.

O mesmo jargão pode se desdobrar em definições únicas, para não dizer pedantes. Sendo assim, embora todos compartilhem do mesmo termo “pólo norte”, cada um deles assume claramente seu próprio território semântico. Mas o mesmo não pode ser dito dos últimos dois “pólos norte” descritos neste artigo, e ambos estão relacionados ao verdadeiro campo magnético da Terra, gerado pelo movimento no interior do planeta. Esse movimento — afetado pela rotação da Terra — estabelece um gerador elétrico natural que sustenta o campo magnético.

O pólo magnético descreve os dois locais (norte e sul) em que o campo magnético do planeta é vertical. Então, se você estiver sobre o pólo norte magnético com uma bússola, a agulha “mergulharia”, apontando para baixo – daí vem seu outro nome: pólo do mergulho magnético. No pólo sul magnético, a agulha da bússola apontaria para cima.

Mas há um outro pólo norte em termos magnéticos: o pólo norte geomagnético. “O que é muito confuso é o fato de que há um pólo magnético e um pólo geomagnético, e que eles são diferentes”, afirma Stefan Maus, criador de modelos de campos geomagnéticos do Centro de Dados Geofísicos Nacionais do National Oceanic & Atmospheric Administration\\’s (NOAA), nos Estados Unidos. “Essa definição é histórica e ligeiramente obsoleta.”

Os pólos geomagnéticos são quase um instrumento para reduzir o complexo e variado campo magnético da Terra a uma simples barra imantada ou dipolo. “A única coisa que realmente queremos é saber onde o campo é realmente vertical”, afirma Maus. “Esse outro pólo, que é apenas uma aproximação, geralmente não é muito útil e só confunde mais ainda.” Sendo assim, enquanto o pólo do mergulho magnético norte se encontra no norte do Canadá, o dipolo norte está aproximadamente na costa noroeste da Groenlândia.

Mas o pólo geomagnético tem seu valor se você estiver no espaço, argumenta Jeffrey J. Love, geofísico do U.S. Geological Survey. Quanto mais longe da Terra, mais seu campo magnético realmente funciona como um dipolo ou uma barra imantada – mesmo se na realidade ele não for nada disso.

“Um físico que estuda o espaço geralmente pensa em termos desse dipolo inclinado da Terra”, diz Love, “enquanto um navegador provavelmente estaria mais interessado nos mergulhos magnéticos”.

Para confundir ainda mais a situação, os mergulhos magnéticos se movem — muitas vezes com freqüência diária. Nos últimos anos, o pólo norte magnético começou a se mover rapidamente em direção à Sibéria. Seu movimento anual acelerou de 10 a 50 quilômetros, Afirma Larry Newitt, cientista emérito do Geological Survey of Canada que determinou a localização do pólo em muitas expedições desde 1973.

E há mais uma coisa para aumentar ainda mais a confusão quanto ao pólo norte magnético (vulgo pólo do mergulho magnético) em relação ao pólo geomagnético (vulgo dipolo): o pólo magnético no hemisfério norte da Terra age como o pólo sul de uma barra imantada.

“Se você olhar para o pólo norte de uma barra imantada, verá linhas magnéticas saindo do pólo norte em direção ao pólo sul, mas na Terra acontece exatamente o oposto”, explica Maus. Sendo assim, o pólo norte magnético está onde as linhas do campo magnético da Terra são atraídas na direção ao planeta, agindo como o pólo sul de uma barra imantada.

Do ponto de vista da física, a agulha voltada para o norte de uma bússola (ou de qualquer imã) aponta para o que é fisicamente – mas não no nome – o pólo magnético sul da Terra, ou seja, para a direção do Ártico.

“O pólo norte de um imã é atraído pelo pólo [magnético] norte da Terra”, acrescenta Maus, ao contrário da situação comum em que pólos semelhantes dos imãs se repelem. “É por isso que alguns sugeriram que, para evitar essa confusão, deveríamos chamar o pólo norte magnético de ‘north seeking pole’ [pólo norte de busca].”

Mas ainda não está claro se isso aumentará ou diminuirá a confusão. O que está claro é que – mesmo se tratando de Papai-Noel – é preciso ser muito preciso na hora de especificar exatamente ao que estamos nos referindo ao dizermos “pólo norte”.

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Photoshop CS3 no Linux com Wine

” O post também funciona com o Photoshop CS4″

Olá pessoas, aqui segue os passos de como proceder pra instalar o Photoshop CS3 no Linux, com o wine 0.9.58.

Vamos começar fazendo o download da dll gdiplus.dll ela é necessária para rodar o Photoshop CS3, outro arquivo que iremos precisar é o MSXML.

Depois de fazer o download dos dois arquivos iremos na pasta de configurações do wine que se encontra oculta dentro da tua pasta de usuário e colaremos o gdiplus.dll conforme instruções abaixo. (para exibir arquivos ocultos basta teclar CRTL+H).

Depois de localizar a pasta .wine vamos até o diretório /drive_c/windows/system32 e colaremos aqui o gdiplus.dll, depois de colar podemos fechar a pasta (não precisa apertar crtl+h pra esconder os arquivos de novo porque eles se auto-esconderão) .

Feito a parte anterior devemos configurar o wine para ler a dll, para isso devemos ir em Aplicações/Wine/Configure Wine e escolher a aba Library, nela devemos adicionar a dll  gdiplus.dll, após clicar nela na lista de opções coloque em add e então ela irá aparecer na lista abaixo que até então provavelmente estava vazia, feito isso clique na dll e vá em editar e marque a opção “native then builtin” (penúltima opção) clique em ok.

Feito isso passaremos para o segundo arquivo, neste precisaremos usar o terminal para instalá-lo. Após aberto o terminal vá até o local onde foi baixado o arquivo (provavelmente o desktop), a… se o arquivo tiver compactado descompacte-o.

cd /home/fulano de tal/Desktop/

Chegado ao local onde está o MSXML baixado digitare-mos

        msiexec /i msxml3.msi

Se tudo correr bem já poderemos passar pra próxima etapa, que será a instalação do Photoshop em si.

Para isso vamos pelo terminal até a pasta que está o instalador do  Photoshop e rodaremos o comando

wine Setup.exe

Espere uns instantes e ai é só seguir os passos de instalação.

Estes passos eu segui deste site, no entanto não consigui instalar aqui, mas…pq eu estava fazendo uma instação anterior com o ADOBE MASTER COLLECTION, creio que na situação de vocês irá funcionar normalmente. A alternativa que eu usei pra não precisar reinstalar o wine pra “apagar o registro da instalação antiga” foi usar a versão portable do Photoshop que pode ser baixada nos links abaixo

http://www.file-upload.net/download-24.07.07_9pe4d.rar.html

http://www.badongo.com/file/3839498

Assim que fazê-lo  funcionar por completo posto aqui…

Retomando as atividades…

Tenho observado que mesmo o blog estando inativo ainda recebe muitas visitas com isso estarei voltando as atividades, espero que curtam…

Twitter e Blogs…

1. Acredito que, apesar de o serviço estar crescendo no Brasil, as formas de uso para o população brasileira (on-line) é muito extensa, por exemplo da mesma forma que está sendo utilizada nos EUA para monitorar o que está sendo falado a respeito dos canditados a presidente, poderia ser usado para monitorar o que estão falando de bandas, quais estão em altas, etc. Outra utilização legal seria uma para marketing de produtos, entre outras coisas, mas também o serviço pode vir a ser inconvinente exatamente quando entra no campo da publicidade / marketing pois pode se tornar um emissor de spam…

2. A tecnologia vem influênciando a sociedade de várias maneiras, na fala, com a inserção de girias,  comportamentos gestuais, etc. Mas acredito que a principal mudança seja na forma de como as pessoas comunicam-se. Ela aproxima pessoas, tornado mais facil a comunicação, com o auxilio da tecnologia também ja é possivel fazer uma reuniao com integrantes de várias partes do mundo* como se todos estivessem juntos etc. (*apesar de que os hologramas ainda não é uma tecnlogia finalizada, ou seja, ainda é um pouco de mito, mas existe a webcam =)

3. Cibercultura, seria toda essa cultura criada a partir da tecnologia, ou seja, ja existe musicas que sao feitas e lançadas especialmente pela internet (como o album novo do radiohead), livros(e-books) ou outras produções varias feitas por meio da tecnlogia com intuito de atingir o real.

Robôs baseados em Linux são testados pela NASA

A equipe D-RATS (Desert Research and Technology Studies ou Estudos de Tecnologia e Pesquisas no Deserto), um grupo composto por pesquisadores da NASA e da iniciativa privada que desenvolve robôs para missões de exploração extraterrestres, vem testando desde o dia 2 de setembro seis robôs que deverão ser empregados no programa Constellation, que visa a exploração de outros planetas por meio de missões tripuladas e não tripuladas. Em dois deles, os cientistas aplicaram duas
distribuições Linux como o sistema operacional que irá gerenciá-los.

Os autômatos se chamam “K-10″ e “Scout” (escoteiro em português). Enquanto K-10 utiliza o hardware do laptop da IBM Thinkpad X31 com processador Pentium M de 1,4 GHz e tem o Red Hat Linux como OS, o Scout é movido pela distribuição Gentoo Linux e conta com o hardware de dois laptops Latitude D400, da Dell.

As imagens transmitidas pelas webcams dos dois robôs podem ser vistas no site http://science.ksc.nasa.gov/d-rats/. Mas é bom ter paciência, pois as imagens são atulizadas a cada 30 segundos.

Inteligência artificial turbina suas fotos

O grande barato da fotografia digital é, além de ver as fotos na hora na câmera, poder turbiná-las depois, no computador. Mas pouca gente consegue explorar todos os recursos dos melhores softwares de tratamento de imagem, como o poderosíssimo Photoshop. Por isso, vários programas estão apelando para uma tecnologia revolucionária: a inteligência artificial. Isso mesmo. O computador praticamente “adivinha” o que você quer fazer, e faz o “serviço pesado”.

Quem nunca quis, por exemplo, tirar uma foto panorâmica? Só assim é possível capturar todos os detalhes da praia, da rua, de um estádio de futebol ou qualquer outra paisagem que você quiser fotografar por inteiro.Mas isso é bem difícil: geralmente, os softwares de fotografia exigem que você faça a “costura” manualmente, ou seja, vá alinhando com o mouse todas as imagens que formarão a foto panorâmica. Isso dá um trabalhão e dificilmente fica bom. Algumas câmeras já montam o panorama sozinhas, mas elas ainda são poucas, e limitadas – juntam no máximo três fotos.

Então veja que legal o software AutoStitch. É só baixar o programa, no site www.cs.ubc.ca/~mbrown/autostitch/autostitch.html, e rodá-lo no seu computador (não precisa nem instalar). Aí, no painel do AutoStitch, você simplesmente clica em File/Open e indica as fotos que deseja “fundir”. O programa analisa tudo, o que pode levar de poucos segundos a um minuto (dependendo da velocidade do computador e da quantidade de fotos) e pronto: está montada a sua foto panorâmica.

O resultado é de tirar o fôlego. O software tem outra vantagem: gera panoramas com qualidade incomparável. Isso porque, ao contrário dos outros programas do tipo, ele não limita a resolução final da foto panorâmica. A imagem acima tem 4 megapixels, mas isso foi uma questão de escolha: teoricamente, o AutoStitch aceita até 10 gigapixels de resolução.

É um nível absurdo, que resultaria num arquivo imenso e provavelmente faria o Windows travar. Mas isso mostra que o programa tem fôlego.

Para fazer o ajuste, é só clicar em Edit/Options, antes de jogar as suas fotos no AutoStitch, e especificar a resolução que você deseja. O software é de graça e funciona com qualquer câmera. Muito legal mesmo.

Para evitar rebarbas pretas na foto, basta usar um tripé.Segure a sua câmera e bata a primeira foto. Aí, gire o corpo um pouco e tire a segunda. E por aí vai. As fotos precisam ter um mínimo de sobreposição, ou seja, elementos em comum. É fácil fazer isso: use elementos da própria cena (uma árvore, por exemplo) como referência.

Mas, se na hora do click o cuidado não foi tão grande, é possível tirar as rebarbas depois. É só apagá-las com um software de edição qualquer, como o gratuito Gimp (http://gimp-win.sourceforge.net/).

Para quem quer tirar o máximo do AutoStitch, uma dica legal é: sempre tire as fotos com sua câmera na posição vertical (isso resulta em panoramas maiores e mais detalhados). Antes de jogar as fotos no AutoStitch, é recomendável “girá-las” – basta abri-las, e o Windows XP já mostrará essa opção.

OLHA O PASSARINHO

Você não está nem aí para fotos panorâmicas e não achou a menor graça? Então veja isso. Sabe quando você vai tirar uma foto de família, ou de seus amigos, todo mundo junto, e alguém acaba piscando bem na hora do clique? Aí você tira outra foto… e outra pessoa pisca, espirra ou sai com cara feia. Que droga! Mas não se irrite nem delete as imagens: existe um software hiperinteligente que resolve o problema.

É o GroupShot, um protótipo criado pela Microsoft Research. Ele consegue juntar em uma só foto o melhor momento de cada pessoa no retrato. Você baixa e instala o software, que está em research.microsoft.com/projects/GroupShot/, e simplesmente arrasta as fotos para dentro dele. Aí é só destacar com o mouse os melhores detalhes de cada uma das imagens. Pode ser uma seleção bem tosca, sem precisão – pois você não está, na verdade, recortando as imagens, como faria no Photoshop.

Após selecionar cada detalhe, clique em Add to Composite. O seu trabalho se limita a mostrar ao GroupShot quais rostos, de qual imagem, quer ver na montagem final. Depois , o software se encarrega de reconhecer a cara de cada fotografado e colocá-la no lugar certo.

Para conferir o resultado, é só apertar View Composite. E depois, se ficar satisfeito, clicar em Save para gravar a nova foto – cuja perfeição chega a assustar.

XÔ, TURISTAS!

Até agora, os novos programas hiperinteligentes deram show. Então eles fazem uma proposta ainda mais ousada – apagar os turistas indesejados das fotos que você tirou nas férias. Você quer fotografar uma estátua ou monumento, e tem um monte de gente em volta.

Pois bem: o Tourist Remover promete se livrar de todos os transeuntes malas. Você se cadastra no site www.snapmania.com e manda para ele as fotos em questão. No painel do site (esse programa roda via internet), rola a barra de tarefas, clica em Remove Tourists, e indica as fotos que tirou, pelo menos três.

VEJA COMO RENOMEAR ARQUIVOS EM BLOCO

Você sai com sua família, domingão no parque, e tira um monte de fotos. Mas aí a câmera, em vez de fazer o certo (salvar as imagens como “parque 1.jpg”, “parque 2.jpg”, etc), grava todos os arquivos com nomes sem sentido, do tipo DSC100764.JPG.

É uma chateação. Mas fique calmo – não é preciso renomear as imagens uma por uma. Basta instalar o programa Picasa (picasa.google.com), que é de graça e resolve o problema. No painel do Picasa, selecione as fotos que deseja renomear. Aí, é só apertar F2 – ou clicar em File/Rename – e digitar o nome que quer dar às fotos .

Fonte